segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Classificados

A atividade desenvolvida a seguir, teve como um dos suportes o livro:
ANÚNCIOS AMOROSOS DOS BICHOS

Autor: Almir Correia
Ilustrador: Rubens Matuck
Editora: Biruta

Produções dos alunos e alunas do 3º ano realizadas na Sala de Leitura sob orientação.

Jornais de Classificados foram consultados e lidos - venda, compra, aluguel de imóveis e carros e empregos;
Trocamos ideias sobre o significado da palavra Classificados; consultamos dicionário; relacionamos tudo o que as crianças entenderam e puderam classificar; conversamos sobre o que seria anúncio e se haveria diferenças entre classificados e anúncios; relacionamos locais onde vemos e ouvimos anúncios.

Após, foi lido o livro acima descrito e os alunos e alunas em grupos, criaram seus próprios anúncios classificados.

Foi uma atividade bem interessante e todos gostaram.

domingo, 28 de novembro de 2010

Eu recomendo

Você viveu os anos 60, 70, 80 ?

Não????

Então leia o livro do Nelson Motta. Você viverá momentos maravilhosos da nossa música!


Sim????

Então leia também!! Você reviverá momentos infinitamente maravilhosos da nossa música!

Extraordinário! Fascinante! Maravilhoso!

Noites Tropicais
Solos, improvisos e memórias musicais
Ed. Objetiva


Eu recomendo!!!!!

domingo, 14 de novembro de 2010

RAQUEL DE QUEIROZ

Homenagem merecida!

Dia 17 Raquel de Queiroz completaria 100 anos, data em que será homengeada pelo canal Globo News. Tema da edição especial do " ARQUIVO N", às 23 horas, totalmente dedicado à sua trajetória pessoal. Na sexta feira, suas obras serão revistas e analisadas no " Espaço Aberto - Literatura" , às 21h30m.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

OFICINA DA PALAVRA

As turmas do 1º ano revisitaram histórias já conhecidas, criaram e recriaram as suas.
A Princesa e o Pato
Era uma vez uma linda princesa que tinha um pato amarelo com bico vermelho. A princesa pegou o pato, deu um banho nele e depois ela beijou o pato e ele virou um príncipe. Então foram para o castelo falar com o rei e a rainha que queriam se casar. Organizaram uma grande festa no castelo e convidaram a tia Fauna, a tia Flora, a tia Primavera, a Bela Adormecida, a Branca de Neve, a Rapunzel e o Batman.
Estavam na festa, quando apareceu um ladrão e queria levar a princesa, mas o príncipe e o Batman não deixaram.
Depois que a festa acabou, o príncipe e a princesa foram para os jardins do castelo. No céu, a lua estava cheia. O relógio bateu meia noite e o príncipe falou: Ai, caramba, vou virar um lobo!
Ele rasgou a camisa e virou lobo e a princesa ficou assustada e correu para o castelo e ficaram tristes para sempre.
Turma 1101
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A Velha Coroca
Era uma vez uma velha coroca que era muito má e rabugenta.
Ela morava numa fazenda que tinha muito mato e ficava perto do mar.
Todas as vezes que alguém pisava no capim, a velha pegava e levava para a cadeia da casa dela que ficava no porão escuro onde tinham três leões ferozes, uma cobra, barata, ratos e um gurila.
As pessoas que estavam no porão, ficaram muito tristes e resolveram fugir. Pegaram um machado, um martelo e bateram no portão até quebrar. Sairam correndo junto com os bichos. A velha acordou com o barulho, correu atrás deles, mas não deu tempo de pegá-los.
Turma 1102
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Os 3 Porquinhos
Era uma vez 3 porquinhos que moravam com sua mãe na floresta cheia de mato, de flores e um lobo mau. A mãe deles morreu e eles fugiram da floresta e foram para outro bosque muito longe dali e montaram uma casa de palha, de tijolo e de madeira. Eles ficaram com saudades da mãe, estavam tristes e choraram.
O lobo saiu da floresta e foi correndo porque estava com fome e foi procurar comida no outro bosque. O lobo encontrou 3 casas e bateu na porta de cada casa. Ele encontrou os 3 porquinhos nas casas. Assoprou, bateu na porta e falou que era o lobo. Então ele arrombou a porta. Os 3 porquinhos fugiram e correram para a floresta. Encontraram o caçador de lobos. Chamaram o caçador para matar o lobo. O caçador foi até a casa dele pegar a arma. O caçador e os 3 porquinhos foram até o bosque que o lobo estava. Encontraram o lobo procurando comida. se encontram de frente e mataram o lobo. E viveram felizes para sempre e o lobo se deu mal.
Turma 1103
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A Vaca e o Boi
Era uma vez uma vaca e um boi que trabalhavam numa fazenda que tinha milho, cenoura, uva, maça, banana e muito capim que os cavalos comiam para ficarem fortes, saudáveis e correr bastante.
Um dia estava chovendo muito, um temporal e tudo alagado e a água estava indo para a casa dos outros e as pessoas pegaram um balde para jogar a água para o ralo.
Na manhã seguinte, o sol nasceu e chegou a primavera. Então veio todo mundo e foi feito uma festa e a vaca e o boi ficaram felizes.
Turma 1104

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

PONTOS DE LEITURA

O " Prêmio Mais Cultura de Pontos de Leitura" está com inscrições abertas até 20 de dezembro. O prêmio é para implantação da iniciativa cultural " Pontos de Leitura" em cada território. As inscrições são feitas na sala 214, do Centro Administrativo São Sebastião, na Cidade Nova. Informações sobre quem pode participar no www.rio.rj.gob.br/web/sme.


Fonte: Jornal O DIA - 07/11/10

Chico Buarque

Pela terceira vez, o cantor, compositor e escritor recebeu o Prêmio JABUTI de Literatura, pelo obra " LEITE DERRAMADO".
Quem ainda não leu, leia!! Vale a pena. É uma bela obra!!!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

RAQUEL DE QUEIROZ


© Projeto Releituras
Arnaldo Nogueira Jr
03/11/2010 - 06:58:12





Nome:
Rachel de Queiroz

Nascimento:
17/11/1910

Natural:
Fortaleza - CE

Morte:
04/11/2003


Rachel de Queiroz


"[...] tento, com a maior insistência, embora com tão
precário resultado (como se tornou evidente), incorporar
a linguagem que falo e escuto no meu ambiente nativo à
língua com que ganho a vida nas folhas impressas. Não
que o faça por novidade, apenas por necessidade.
Meu parente José de Alencar quase um século atrás vivia
brigando por isso e fez escola."


Rachel de Queiroz
, nasceu em Fortaleza - CE, no dia 17 de novembro de 1910, filha de Daniel de Queiroz e de Clotilde Franklin de Queiroz, descendendo, pelo lado materno, da estirpe dos Alencar (sua bisavó materna — "dona Miliquinha" — era prima José de Alencar, autor de "O Guarani"), e, pelo lado paterno, dos Queiroz, família de raízes profundamente lançadas em Quixadá, onde residiam e seu pai era Juiz de Direito nessa época.

Em 1913, voltam a Fortaleza, face à nomeação de seu pai para o cargo de promotor. Após um ano no cargo, ele pede demissão e vai lecionar Geografia no Liceu. Dedica-se pessoalmente à educação de Rachel, ensinando-a a ler, cavalgar e a nadar. As cinco anos a escritora leu "Ubirajara", de José de Alencar, "obviamente sem entender nada", como gosta de frisar.

Fugindo dos horrores da seca de 1915, em julho de 1917 transfere-se com sua família para o Rio de Janeiro, fato esse que seria mais tarde aproveitado pela escritora como tema de seu livro de estréia, "O Quinze".

Logo depois da chegada, em novembro, mudam-se para Belém do Pará, onde residem por dois anos. Retornam ao Ceará, inicialmente para Guaramiranga e depois Quixadá, onde Rachel é matriculada no curso normal, como interna do Colégio Imaculada Conceição, formando-se professora em 1925, aos 15 anos de idade. Sua formação escolar pára aí.

Rachel retorna à fazenda dos pais, em Quixadá. Dedica-se inteiramente à leitura, orientada por sua mãe, sempre atualizada com lançamento nacionais e estrangeiros, em especial os franceses. O constante ler estimula os primeiros escritos. Envergonhada, não mostrava seus textos a ninguém.

Em 1926, nasce sua irmã caçula, Maria Luiza. Os outros irmãos eram Roberto, Flávio e Luciano, já falecidos).

Com o pseudônimo de "Rita de Queluz" ela envia ao jornal "O Ceará", em 1927, uma carta ironizando o concurso "Rainha dos Estudantes", promovido por aquela publicação. O diretor do jornal, Júlio Ibiapina, amigo de seu pai, diante do sucesso da carta a convida para colaborar com o veículo. Três anos depois, ironicamente, quando exercia as funções de professora substituta de História no colégio onde havia se formado, Rachel foi eleita a "Rainha dos Estudantes". Com a presença do Governador do Estado, a festa da coroação tinha andamento quando chega a notícia do assassinato de João Pessoa. Joga a coroa no chão e deixa às pressas o local, com uma única explicação "Sou repórter".

Seu pai adquiri o Sítio do Pici, perto de Fortaleza, para onde a família se transfere. Sua colaboração em "O Ceará" torna-se regular. Publica o folhetim "História de um nome" — sobre as várias encarnações de uma tal Rachel — e organiza a página de literatura do jornal.

Submetida a rígido tratamento de saúde, em 1930, face a uma congestão pulmonar e suspeita de tuberculose, a autora se vê obrigada a fazer repouso e resolve escrever "um livro sobre a seca". "O Quinze" — romance de fundo social, profundamente realista na sua dramática exposição da luta secular de um povo contra a miséria e a seca — é mostrado aos pais, que decidem "emprestar" o dinheiro para sua edição, que é publicada em agosto com uma tiragem de mil exemplares. Diante da reação reticente dos críticos cearenses, remete o livro para o Rio de Janeiro e São Paulo, sendo elogiado por Augusto Frederico Schmidt e Mário de Andrade. O livro logo transformaria Rachel numa personalidade literária. Com o dinheiro da venda dos exemplares, a escritora "paga" o empréstimo dos pais.

Em março de 1931, recebe no Rio de Janeiro o prêmio de romance da Fundação Graça Aranha, mantida pelo escritor, em companhia de Murilo Mendes (poesia) e Cícero Dias (pintura). Conhece integrantes do Partido Comunista; de volta a Fortaleza ajuda a fundar o PC cearense.

Casa-se com o poeta bissexto José Auto da Cruz Oliveira, em 1932. É fichada como "agitadora comunista" pela polícia política de Pernambuco. Seu segundo romance, "João Miguel", estava pronto para ser levado ao editor quando a autora é informada de que deveria submetê-lo a um comitê antes de publicá-lo. Semanas depois, em uma reunião no cais do porto do Rio de Janeiro, é informada de que seu livro não fora aprovado pelo PC, porque nele um operário mata outro. Fingindo concordar, Rachel pega os originais de volta e, depois de dizer que não via no partido autoridade para censurar sua obra, foge do local "em desabalada carreira", rompendo com o Partido Comunista.

Publica o livro pela editora Schmidt, do Rio, e muda-se para São Paulo, onde se aproxima do grupo trotskista.

Nasce, em Fortaleza, no ano de 1933, sua filha Clotilde.

Muda-se para Maceió, em 1935, onde faz amizade com Jorge de Lima, Graciliano Ramos e José Lins do Rego. Aproxima-se, também, do jornalista Arnon de Mello (pai do futuro presidente da República, Fernando Collor, que a agraciou com a Ordem Nacional do Mérito). Sua filha morre aos 18 meses, vítima de septicemia.

O lançamento do romance "Caminho de Pedras", pela José Olympio - Rio, se dá em 1937, que seria sua editora até 1992. Com a decretação do Estado Novo, seus livros são queimados em Salvador - BA, juntamente com os de Jorge Amado, José Lins do Rego e Graciliano Ramos, sob a acusação de subversivos. Permanece detida, por três meses, na sala de cinema do quartel do Corpo de Bombeiros de Fortaleza.

Em 1939, separa-se de seu marido e muda-se para o Rio, onde publica seu quarto romance, "As Três Marias".

Por intermédio de seu primo, o médico e escritor Pedro Nava, em 1940 conhece o também médico Oyama de Macedo, com quem passa a viver. O casamento duraria até à morte do marido, em 1982. A notícia de que uma picareta de quebrar gelo, por ordem de Stalin, havia esmigalhado o crânio de Trótski faz com que ela se afaste da esquerda.

Deixa de colaborar, em 1944, com os jornais "Correio da Manhã", "O Jornal" e "Diário da Tarde", passando a ser cronista exclusiva da revista "O Cruzeiro", onde permanece até 1975.

Estabelece residência na Ilha do Governador, em 1945.

Seu pai vem a falecer em 1948, ano em que publica "A Donzela e a Moura Torta". No ano de 1950, escreve em quarenta edições da revista "O Cruzeiro" o folhetim "O Galo de Ouro".

Sua primeira peça para o teatro, "Lampião", é montada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e no Teatro Leopoldo Fróes, em São Paulo, no ano de 1953. É agraciada, pela montagem paulista, com o Prêmio Saci, conferido pelo jornal "O Estado de São Paulo".

Recebe, da Academia Brasileira de Letras, em 1957, o Prêmio Machado de Assis, pelo conjunto de sua obra.

Em 1958, publica a peça "A beata Maria do Egito", montada no Teatro Serrador, no Rio, tendo no papel-título a atriz Glauce Rocha.

O presidente da República, Jânio Quadros, a convida para ocupar o cargo de ministra da Educação, que é recusado. Na época, justificando sua decisão, teria dito: "Sou apenas jornalista e gostaria de continuar sendo apenas jornalista."

O livro "As Três Marias", com ilustrações de Aldemir Martins, em tradução inglesa, é lançado pela University of Texas Press, em 1964.

O golpe militar de 1964 teve em Rachel uma colaboradora, que "conspirou" a favor da deposição do presidente João Goulart.

O presidente general Humberto de Alencar Castelo Branco, seu conterrâneo e aparentado, no ano de 1966 a nomeia para ser delegada do Brasil na 21ª. Sessão da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, junto à Comissão dos Direitos do Homem.

Passa a integrar o Conselho Federal de Cultura, em 1967, e lá ficaria até 1985. Depois de visitar a escritora na Fazenda Não me Deixes, em Quixadá, o presidente Castelo Branco morre em desastre aéreo.

Estréia na literatura infanto-juvenil, em 1969, com "O Menino Mágico", em 1969.

No ano de 1975, publica o romance "Dôra, Doralina".

Em 1977, por 23 votos a 15, e um em branco, Rachel de Queiroz vence o jurista Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda e torna-se a primeira mulher a ser eleita para a Academia Brasileira de Letras. A eleição acontece no dia 04 de agosto e a posse, em 04 de novembro. Ocupa a cadeira número 5, fundada por Raimundo Correia, tendo como patrono Bernardo Guimarães e ocupada sucessivamente pelo médico Oswaldo Cruz, o poeta Aluísio de Castro e o jurista, crítico e jornalista Cândido Mota Filho.

Seu livro, "O Quinze", é publicado no Japão pela editora Shinsekaisha e na Alemanha pela Suhrkamp, em 1978.

Em 1980, a editora francesa Stock lança "Dôra, Doralina". Estréia da Rede Globo de Televisão a novela "As Três Marias", baseada no romance homônimo da escritora.

Com direção de Perry Salles, estréia no cinema a adaptação de "Dôra, Doralina", em 1981.

Em 1985, é inaugurada em Ramat-Gau, Tel Aviv (Israel), a creche "Casa de Rachel de Queiroz". "O Galo de Ouro" é publicado em livro.

Retorna à literatura infantil, em 1986, com "Cafute & Perna-de-Pau".

A José Olympio Editora lança, em 1989, sua "Obra Reunida", em cinco volumes, com todos os livros que Rachel publicara até então destinados ao público adulto.

Segundo notícia que circulou em 1991, a Editora Siciliano, de São Paulo, pagou US$150.000,00 pelos direitos de publicação da obra completa de Rachel.

Já na nova editora, lança em 1992 o romance "Memorial de Maria Moura".

Em 1993, recebe dos governos do Brasil e de Portugal, o Prêmio Camões e da União Brasileira de Escritores, o Juca Pato. A Siciliano inicia o relançamento de sua obra completa.

1994 marca a estréia, na Rede Globo de Televisão, da minissérie "Memorial de Maria Moura", adaptada da obra da escritora. Tendo no papel principal a atriz Glória Pires, notícias dão conta que Rachel recebeu a quantia de US$50.000,00 de direitos autorais.

Inicia seu livro de memórias, em 1995, escrito em colaboração com a irmã Maria Luiza, que é publicado posteriormente com o título "Tantos anos".

Pelo conjunto de sua obra, em 1996, recebe o Prêmio Moinho Santista.

Em 2000, é publicado "Não me Deixes — Suas histórias e sua cozinha", em colaboração com sua irmã, Maria Luiza.

Em novembro deste ano, quando a escritora completou 90 anos de idade, foi inaugurada, na Academia Brasileira de Letras, a exposição "Viva Rachel". São 17 painéis e um ensaio fotográfico de Eduardo Simões resumindo o que os organizadores da mostra chamam de “geografia interior de Rachel, suas lembranças e a paisagem que inspirou a sua obra”.

Rachel de Queiroz chega aos 90 anos afirmando que não gosta de escrever e o faz para se sustentar. Ela lembra que começou a escrever para jornais aos 19 anos e nunca mais parou, embora considere pequeno o número de livros que publicou. “Para mim, foram só cinco, (além de O Quinze, As Três Marias, Dôra, Doralina, O Galo de Ouro e Memorial de Maria Moura), pois os outros eram compilações de crônicas que fiz para a imprensa, sem muito prazer de escrever, mas porque precisava sustentar-me”, recorda ela. “Na verdade, eu não gosto de escrever e se eu morrer agora, não vão encontrar nada inédito na minha casa”.

Recebe, em 06-12-2000, o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Em 2003, é inaugurado em Quixadá (CE), o Centro Cultural Rachel de Queiroz.

Faleceu, dormindo em sua rede, no dia 04-11-2003, na cidade do Rio de Janeiro. Deixou, aguardando publicação, o livro "Visões: Maurício Albano e Rachel de Queiroz", uma fusão de imagens do Ceará fotografadas por Maurício com textos de Rachel de Queiroz.

Obras:

Individuais:

- Romances:

- O quinze (1930)
- João Miguel (1932)
- Caminho de pedras (1937)
- As três Marias (1939)
- Dôra, Doralina (1975)
- O galo de ouro (1985) - folhetim na revista " O Cruzeiro", (1950)
- Obra reunida (1989)
- Memorial de Maria Moura (1992)

- Literatura Infanto-Juvenil:

- O menino mágico (1969)
- Cafute & Pena-de-Prata (1986)
- Andira (1992)
- Cenas brasileiras - Para gostar de ler 17.

- Teatro:

- Lampião (1953)
- A beata Maria do Egito (1958)
- Teatro (1995)
- O padrezinho santo (inédita)
- A sereia voadora (inédita)

- Crônica:

- A donzela e a moura torta (1948);
- 100 Crônicas escolhidas (1958)
- O brasileiro perplexo (1964)
- O caçador de tatu (1967)
- As menininhas e outras crônicas (1976)
- O jogador de sinuca e mais historinhas (1980)
- Mapinguari (1964)
- As terras ásperas (1993)
- O homem e o tempo (74 crônicas escolhidas}
- A longa vida que já vivemos
- Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas
- Cenas brasileiras
- Xerimbabo (ilustrações de Graça Lima)
- Falso mar, falso mundo - 89 crônicas escolhidas (2002)

- Antologias:

- Três romances (1948)

- Quatro romances (1960) (O Quinze, João Miguel, Caminho de Pedras,
As três Marias)

- Seleta (1973) - organização de Paulo Rónai

- Livros em parceria:

- Brandão entre o mar e o amor (romance - 1942) - com José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Aníbal Machado e Jorge Amado.

- O mistério dos MMM (romance policial - 1962) - Com Viriato Corrêa, Dinah Silveira de Queiroz, Lúcio Cardoso, Herberto Sales, Jorge Amado, José Condé, Guimarães Rosa, Antônio Callado e Orígines Lessa.

- Luís e Maria (cartilha de alfabetização de adultos - 1971) - Com Marion Vilas Boas Sá Rego.

- Meu livro de Brasil (Educação Moral e Cívica - 1º. Grau, Volumes 3, 4 e 5 - 1971) - Com Nilda Bethlem.

- O nosso Ceará (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), relato, 1994.

- Tantos anos (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), auto-biografia, 1998.

- O Não Me Deixes – Suas Histórias e Sua Cozinha (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), 2000.

Obras traduzidas pela escritora:

- Romances:

AUSTEN, Jane. Mansfield Parlz (1942).
BALZAC, Honoré de. A mulher de trinta anos (1948).
BAUM, Vicki. Helena Wilfuer (1944).
BELLAMANN, Henry. A intrusa (1945).
BOTTONE, Phyllis.
Tempestade d'alma (1943).
BRONTË, Emily. O morro dos ventos uivantes (1947).
BRUYÈRE, André. Os Robinsons da montanha (1948).
BUCK, Pearl. A promessa (1946).
BUTLER, Samuel. Destino da carne (1942).
CHRISTIE, Agatha. A mulher diabólica (1971).
CRONIN, A. J. A família Brodie (1940).
CRONIN, A. J. Anos de ternura (1947).
CRONIN, A. J. Aventuras da maleta negra (1948).
DONAL, Mario. O quarto misterioso e Congresso de bonecas (1947).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Humilhados e ofendidos (1944).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Recordações da casa dos mortos (1945).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os demônios (1951).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os irmãos Karamazov (1952) 3 v.
DU MAURIER, Daphne. O roteiro das gaivotas (1943).
FREMANTLE, Anne. Idade da fé (1970).
GALSWORTHY, John. A crônica dos Forsyte (1946) 3 v.
GASKELL, Elisabeth. Cranford (1946).
GAUTHIER, Théophile. O romance da múmia (1972).
HEIDENSTAM, Verner von. Os carolinos: crônica de Carlos XII (1963).
HILTON, James. Fúria no céu (1944).
LA CONTRIE, M. D'Agon de. Aventuras de Carlota (1947).
LOISEL, Y. A casa dos cravos brancos (1947).
LONDON, Jack. O lobo do mar (1972).
MAURIAC, François. O deserto do amor (1966).
PROUTY, Oliver. Stella Dallas (1945).
REMARQUE, Erich Maria. Náufragos (1942).
ROSAIRE, Forrest. Os dois amores de Grey Manning (1948).
ROSMER, Jean. A afilhada do imperador (1950).
SAILLY, Suzanne. A deusa da tribo (1950).
VERDAT, Germaine. A conquista da torre misteriosa (1948).
VERNE, Júlio. Miguel Strogoff (1972).
WHARTON, Edith. Eu soube amar (1940).
WILLEMS, Raphaelle. A predileta (1950).

- Biografias e memórias:

BUCK, Pearl. A exilada: retrato de uma mãe americana (1943).
CHAPLIN, Charles. Minha vida (caps. 1 a 7 (1965).
DUMAS, Alexandre. Memórias de Alexandre Dumas, pai (1947).
TERESA DE JESUS, Santa. Vida de Santa Teresa de Jesus (1946).
STONE, Irwin. Mulher imortal (biografia de Jessie Benton Fremont (1947).
TOLSTÓI, Leon. Memórias (1944).

- Teatro:

CRONIN, A. J. Os deuses riem (1952).


Os dados acima foram obtidos em livros de e sobre a autora, sites da Internet, jornais e revistas de circulação nacional.



SARAU

Sarau RAQUEL DE QUEIROZ

Quando? Dia 17 de Novembro
Onde? CREP

PARTICIPE!!!

Sugestão de Leitura

Li, gostei e recomendo!


Não é ficção. Uma verdade dura, cruel, estarrecedora.
O que a guerra pode fazer de/com um menino?
Ishmael emergiu do caos.

Vale a pena ler!!
  • Muito Longe de Casa - Memórias de um Menino-Soldado
Autor: Ishmael Beah
Editora: Ediouro

Em tempo

A postagem sobre o descolamento da retina foi retirado da revista Super Interessante, de novembro 2010.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Ler no ônibus descola a retina?

Só se o veículo sofrer um acidente. Mas a leitura pode levar à tontura.
Você pode ler as obras completas de Jorge Amado na Belém-Brasília que a retina vai continuar colada. Apenas corre o risco de ficar tonto.
Basicamente, essa tontura vem do fato de quem lê no ônibus está mandando duas mensagens conflitantes para o sistema nervoso. Do ponto de vista central, concentrada no texto à frente, você está parado. Mas a visão periférica capta a paisagem correndo ao seu lado e manda avisar que você está em movimento. " Isso gera uma confusão entre o cérebro e a visão que pode causar mal estar". Essa indisposição não tem nada a ver com descolamento de retina. É só fechar a cortininha da janela do ônibus que esse mal estar pode ser evitado.
Existem agravantes que podem contribuir para o descolamento ao ler no ônibus: o grau de miopia e caso severo de diabetes.
Para um olho normal, o perigo está mesmo numa trombada, ou seja numa pancada muito forte próxima aos olhos.